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Eu admiro demais os detalhes. O detalhe de um sorriso tímido, da forma como os olhos se movem. Tudo revela algo.
— Bob Marley (via suavidades)
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Quantas vezes tentaram adivinhar o que sentíamos, e erraram. Julgaram nossas ações, e erraram. Tiveram certeza sobre nossos propósitos, erraram. O que somos de verdade e o que queremos de fato, só nós sabemos. Só nós.
— Martha Medeiros (via suavidades)
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The Hunt House, by Andrew Geller
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“Eu me lembrarei para sempre deste momento”, diz Antonius Block ao lado dos amigos. “O silêncio, o crepúsculo, os morangos e o leite. A luz do entardecer sobre as faces. Micael dormindo, A música de Jof. Vou guardar as nossas conversas. Vou carregar esta memória em minhas mãos, tão cuidadosamente como um prato cheio até as bordas de leite fresco. Cuidadosamente para não entornar. E este será um signo adequado e suficiente para mim”.
O que importa, talvez, nesta expressão que se apresenta sempre a mesma, é sua depuração, é que o de sempre parece sempre novo. Mais efetiva se torna a pintura da dor e da humilhação, surge mais forte por trás dela a reafirmação de que o homem determina o seu próprio sentido.A afirmação é feita pela negação. Maior o desespero, maior se torna a intensidade do pequeno instante de satisfação que nada pode quebrar ou impedir. Por mais insensata que seja a existência um só instante em que a vida se libera sem impedimentos é maior que todo o sofrimento.